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CPERS-Sindicato organiza movimentos de resistência para o não retorno das aulas presenciais no RS

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Professores em diversos municípios gaúchos pedem a suspensão das aulas presenciais na rede estadual de ensino. A retomada do calendário letivo seria a partir desta terça-feira, 13 de outubro, mas a Secretaria de Educação transferiu para dia 20. A mudança é que para que cheguem a tempo os Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para professores, funcionários e alunos.

 

O CPERS-Sindicato deliberou, por meio do seu Conselho Geral mobilização junto a prefeitos, vereadores, deputados pedindo apoio para o não retorno das atividades presenciais nas escolas. Nos municípios de Santa Vitória do Palmar e no Chuí, a suspensão das atividades da rede pública e privada será prorrogada até “que os dados epidemiológicos possibilitem a reavaliação da decisão”, conforme decreto assinados pelos respectivos prefeitos Welington Bacelo dos Santos e Marco Antônio Vasques Rodrigues Barbosa.

 

Desde o dia 5 de outubro, quando foi marcado pelo retorno das aulas presenciais nas escolas de Porto Alegre, a Associação dos Trabalhadores/as em Educação do município de Porto Alegre (Atempa) registrou as primeiras ocorrências de casos positivos de Covid-19 entre servidores de escolas conveniadas à prefeitura da capital. Em pelo menos 13 escolas, localizadas nas diferentes regiões da cidade, os funcionários ou testaram positivo ou registram sintomas da doença.

 

 

Escola Estadual Luciana de Abreu, localizada no Bairro Santana, em Porto Alegre / Foto de Patrícia Duarte

 

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