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Covid-19 matou mais de 82 mil brasileiros só em abril

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O governo Jair Bolsonaro (ex-PSL) tenta naturalizar as mais de 400 mil mortes por Covid-19 em 13 meses. Mas o balanço dos números da pandemia do novo coronavírus desta sexta-feira (30) são estarrecedores: abril termina com a marca do recorde de mortes provocadas pela Covid-19.

 

Só neste mês, o Brasil enterrou 82.266 pessoas mortas pela doença, totalizando, segundo os números do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), 403.781 vítimas desde o início da pandemia. Há 100 dias o Brasil mantém o número de mortes diárias por Covid-19 acima de mil. Nas últimas 24, segundo o Conass, foram 2.595 óbitos; já o consórcio de veículos de imprensa, afirma que foram 2.870 mortes nas últimas 24h.

 

 

Assim, com números alarmantes, o Brasil chega à sexta-feira (30) com 68.333 novos infectados pelo novo coronavírus registrados nas últimas 24 horas em todo o País segundo o Conass. Ainda segundo o conselho, o Brasil computou, desde o início da pandemia, 14.659.011 casos de contaminação.

 

Os dados do consórcio de veículos de imprensa, por sua vez, indicam que o País registrou 2.870 mortes pela doença nas últimas 24 horas e totalizou, nesta sexta (30), 404.287 óbitos desde o início da pandemia.

 

O consórcio calcula que a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 2.523 (mesmo número da véspera). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -13%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes do vírus. É o segundo dia na faixa estável, após seis dias seguidos apontando queda.

 

Diz ainda que O país também completa agora 45 dias com a média móvel de óbitos acima dos 2 mil mortos por dia. Para efeito de comparação, o pior período da primeira onda registrou 31 dias seguidos de média móvel acima da marca de 1 mil, no ano passado. O recorde, na época, foi de 1.097 óbitos por dia, média registrada em 25 de julho.

 

Vacina

 

O Brasil receberá, no fim de semana, 4 milhões de doses de vacinas do mecanismo da Covax, a aliança criada pela OMS (Organização Mundial de Saúda) para garantir que a distribuição de imunizantes pelo mundo possa ocorrer. O lote de vacinas que chegará ao Brasil será de imunizantes da AstraZeneca/Oxford.

 

Jamil Chade, colunista do UOL, disse que “fontes da OMS disseram a ele que o Ministério da Saúde foi informado do envio, na tarde desta sexta-feira (30), sobre a vinda do lote da AstraZeneca/Oxford”.

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, detalhou o cronograma de distribuição da vacina numa entrevista coletiva na tarde desta sexta (30).

 

Segundo ele, vão chegar 220 mil doses chegarão neste sábado (1º/5) e, no domingo (2), chegarão cerca de 3,8 milhões restantes, separados em dois voos: um com 1,7 milhão e, outro, com 2,1 milhões de doses.

 

 

Queiroga destacou que o governo federal vai totalizar mais de 17 milhões de doses entre recebidas e distribuídas em cinco dias. A OMS negocia ainda o envio de mais 4 milhões de doses até o fim de maio

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