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Cortes no Bolsa Família aprofundam a miséria

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Os cortes no programa Bolsa Família têm como principal consequência a queda na renda dos brasileiros mais pobres. No primeiro ano do governo Bolsonaro, o Bolsa Família passou por cortes e a fila de espera voltou a crescer.

O número de famílias que esperavam pelo benefício saltou de zero, em 2018, para 494.229 em junho de 2019. Agora há uma fila de 1,5 milhão de famílias à espera do benefício, prejudicando diretamente 3,5 milhões de brasileiros.

Sem acesso ao maior programa de transferência de renda do mundo, criado pelo ex-presidente Lula, a população está sendo empurrada para a extrema pobreza e tem que voltar a bater à porta das prefeituras em busca de comida e de outros auxílios.

Quando foi criado em 2003, o Bolsa Família atendia 14 milhões de famílias. Passados 17 anos, o número de beneficiários é de 13,2 milhões.

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