Desde o triunfo em 1959, a Revolução Cubana tem sido alvo de ataques dos diferentes governos dos Estados Unidos como parte de sua política intervencionista na América Latina: sabotagem, guerra bacteriológica, terrorismo, atentados contra seus dirigentes, invasão militar e criminosa, bloqueio econômico e financeiro, expulsão da OEA entre outros, cujos danos materiais são calculados em mais de 90 bilhões de dólares, sem contar os prejuízos imateriais e os sofrimentos indescritíveis de nosso povo irmão. Tudo tem se tentado contra a Ilha da Liberdade e em tudo o império e seus sócios no continente e na Europa têm fracassado.

 

 

Aproveitando as medidas do endurecimento do bloqueio, que repercutem negativamente na economia nacional: falta de combustível que traz como consequência prejuízos no transporte, racionamento energético, aumento do desemprego, falta de alimentos, medicamentos, peças de reposição, agravamento da pandemia do COVID 19 que efetivamente causam mal-estar social, os Estados Unidos veem a oportunidade de criar a quinta coluna ao interior do território cubano, bem coordenada desde Washington, que tem conseguido confundir a setores honestos do povo e a alguns integrantes de base do Partido Comunista.

 

 

O que inicialmente parecia um protesto justo se torna uma ação organizada e coordenada não só contra o governo como também contra os próprios fundamentos da revolução pela intromissão estrangeira nos assuntos internos do país.

 

 

O presidente Díaz-Canel, o Partido e as organizações de massas se puseram à frente da situação e começam a tomar as ruas para defender a soberania, a dignidade e as conquistas de 62 anos de Revolução.

 

 

Estamos convictos de que esta tentativa desestabilizadora e criminal contra A Cuba de Martí, Fidel, o Che, Vilma e os heróis da Sierra Maestra, o governo, o presidente Díaz-Canel, o Partido e o povo sairão fortalecidos.

 

 

Não ao bloqueio imperialista!
Não à intervenção estrangeira!
Toda nossa solidariedade para com Cuba!

 

 

Conselho Político Nacional.

 

 

Tradução > Thaise Diamantino Coelho e Joaquim Lisboa Neto
Biblioteca Campesina, agosto 4, 2021