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Com  860 mortes nas últimas 24h, maio termina como 3º mês mais letal da pandemia e antevéspera da 3ª onda

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O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Ministério da Saúde informaram queO Brasil registrou 860 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, nesta segunda-feira (31).

 

O levantamento do conselho indica que houve também, nas últimas 24 horas, o registro de 30.434 novos casos confirmados da infecção . Os números do último dia, com grande subnotificação, totalizaram, em 14 meses, 462.791 mortes e 16.545.554 casos confirmados.

 

 

O Conass informa ainda que, com 58.920 vidas perdidas para a Covid-19, o mês de maio de 2021 chega ao fim como o terceiro pior mês da pandemia do novo coronavírus no Brasil em número de mortes registradas. Maio só perde para os meses de abril (82.266) e março (66.573).

 

Nesta segunda-feira (31/5), a média móvel de mortes diárias provocadas pela Covid-19 foi de 1.847, e teve pequeno crescimento em comparação à registrada no domingo (1.837). Desde o último dia 11, o indicador se manteve abaixo de 2 mil óbitos. Em relação ao verificado há 14 dias, houve variação de – 4,2%, sinalizando estabilidade nos falecimentos computados.

 

Já o consórcio de veículos de imprensa informa que, O Brasil registrou 874 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta segunda-feira (31) 462.966 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.849 –o quarto aumento seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -5% e indica tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes do vírus.

 

 

Indica ainda que, com 58.679 mortes registradas, maio chega ao fim como o terceiro mês mais mortal da pandemia. O mês anterior, abril, foi o pior já registrado, com 82.401 óbitos. Em segundo lugar aparece março deste ano, com 66.868 vítimas. Esses últimos três meses, os mais mortais desde a chegada do vírus, juntos respondem por 44,9% de todos os óbitos da pandemia.

 

Terceira onda e Copa América

 

Pode parecer mentira, em plena pandemia da Covid-19, depois que todos os países sul-americanos recusaram realizar o torneio de futebol, o governo governo federal cogita realizar a Copa América no Brasil.

 

 

Para lá de insanidade, desgraça pouca é bobagem: o governo Jair Bolsonaro, que sentiu, no domingo (30), a força da rejeição a ele que explodiu no Brasil e fora do País, partiu, declaradamente, há muito tempo, desde o início da pandemia, para a perversidade. Agora, com a Copa América, quer adotar o requinte da crueldade.

Na avaliação do médico Miguel Nicolelis, professor de Neurociência da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, a realização da Copa América no Brasil pode ser a “gota d’água” para a terceira onda de casos e mortes por covid-19 estourar no país.

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