Publicidade

Com 2.311 óbitos em 24h, Brasil passa de 496 mil. Subiu número também número de contaminados na Copa América

  • em



Com dados do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), o Ministério da Saúde confirmou mais 2.311 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, nesta quinta-feira (17), totalizando, em 15 meses, 496.004.

 

 

A previsão é a de que neste fim de semana o Brasil ultrapasse as 500 mil pessoas mortas por Covid-19 e falta de política de combate à pandemia do novo coronavírus. O Conass contabilizou também 74.042 casos em 24 horas. São 17.702.630 diagnósticos no total.

 

 

 

As autoridades de saúde afirmam ainda que, do total de pessoas contaminadas, 16.077.483 milhões já estão recuperadas e 1.129.143 milhão estão em acompanhamento médico.

 

 

 

Já os dados do consórcio de veículos de imprensa, o País registrou 2.335 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, contabilizando, nesta quinta-feira (17), 496.172 óbitos desde o início da pandemia.

 

 

Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 2.005 –voltando à marca de 2 mil pelo segundo dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +19% e indica tendência de alta nos óbitos decorrentes do vírus.

 

 

 

Média de mortes e casos

 

Apuração do site Poder 360 informa que a média móvel matiza variações abruptas, como o menor registro de ocorrências nos finais de semana, segundas-feiras e feriados. A curva é uma média do número de ocorrências confirmadas em 7 dias.

 

 

Os números do Conass indicam que a média móvel de novas mortes no País é de 1.998, incluindo as desta quinta-feira (17).

 

 

Já a curva de novos casos está em 70.237, de acordo com os números oficiais. Voltou a subir na terça-feira (15) depois de mais de 2 meses abaixo de 70 mil.

 

Mortes proporcionais

 

O Brasil tem 2.325 mortes por milhão de habitantes. Em quatro estados há mais de 3 mil mortes por milhão: Rondônia, Mato Grosso, Amazonas e Rio de Janeiro.

 

 

 

As taxas consideram o número de mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde e a estimativa populacional do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o ano de 2021 em cada unidade da Federação.

 

 

No domingo (13), o Brasil ultrapassou a Eslováquia e agora ocupa a 8ª posição no ranking mundial de mortes proporcionais, de acordo com o painel Worldometer. A lista é liderada pelo Peru, com 5.673 mortes por milhão. O país revisou os dados e subiu ao topo do ranking, posição antes ocupada pela Hungria.

 

 

 

Copa América

 

O Ministério da Saúde divulgou nota, nesta quinta-feira (17), que subiu para 66 o número de casos de Covid-19 entre pessoas que estão trabalhando na realização da Copa América no Brasil.

 

 

São ao todo 66 casos positivos, sendo 27 entre jogadores e membros das delegações e 39 prestadores de serviços. As contaminações dos prestadores foram confirmadas em Brasília, Goiânia e no Rio de Janeiro. A pasta não detalhou quais foram as seleções afetadas.

 

Na nota, o MS disse que “a positividade de casos por Covid-19 geral foi de 1,0%”. Afirmou também que “os resultados do sequenciamento genético para análise de variantes serão concluídos em até 14 dias, prazo necessário para realização da análise”.

 

A Pasta informou, ainda, que “os dados são dinâmicos e atualizados a partir das informações enviadas pela organizadora do evento, responsável pela realização dos testes”.

 

 

A Copa América no Brasil começou, no domingo (13), e, menos de um dia depois, 4 das 10 delegações tiveram casos confirmados de Covid-19. A primeira seleção que apresentou testes positivos foi a da Venezuela.

 

 

O time venezuelano desembarcou no País, na quinta-feira (11), para o jogo de estreia contra o Brasil e registrou 13 pessoas contaminadas pelo vírus.

 

 

O levantamento do Poder360, que levou em consideração os atletas convocados das seleções da Venezuela, Bolívia, Colômbia e Peru, mostrou que os times reúnem jogadores atuantes em países que apresentam ao menos seis variantes do coronavírus.

 

 

As 4 variantes de preocupação, ou seja, aquelas mais perigosas e transmissíveis estão entre as registradas nos países em que os atletas trabalham. Leia mais sobre aqui.

 

 

 

Reproduzido do site Poder 360 com edição do Jornal Brasil Popular

 

 

 

  • Compartilhe

Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *