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Colégio em Campinas suspende aulas presenciais depois de ter 42 casos de Covid-19

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O colégio Jaime Kratz, na cidade de Campinas (SP), teve que suspender as aulas presenciais, na terça-feira (2), devido a 42 casos de Covid-19. A escola privada, que possui 1,3 mil alunos, havia retomado as atividades presenciais no dia 25 de janeiro e informou que estava trabalhando com rodízio de 35% dos estudantes por dia, conforme determinação do governo estadual.

 

Mas apenas uma semana foi o suficiente para que a pandemia fizesse várias vítimas no local. São 5 alunos e 37 trabalhadores da escola contaminados, sendo que uma professora teve que ser submetida à internação hospitalar. A direção do colégio divulgou nota em que confirma os casos, inclusive a internação da professora. Confira a íntegra da nota:

 

NOTA OFICIAL

 

Campinas, 03 de Fevereiro de 2021

 

O colégio Jaime Kratz informa que uma professora da escola está internada desde terça-feira (02/02), por conta da Covid-19. Seu estado de saúde é estável. A direção da escola tem prestado toda assistência à docente. 

A escola suspendeu as aulas presenciais na última segunda-feira (01/02) após confirmação de que 37 funcionários e cinco alunos testaram positivo para a doença. 

 

As aulas seguem suspensas até o dia 18 de fevereiro. Durante esse período as aulas serão remotas. 

 

A escola tem 1,3 mil alunos e o retorno às aulas ocorreu no último dia 25 de janeiro por meio de rodízio, sendo 35% de alunos presentes diariamente, conforme determina o plano São Paulo. 

 

A direção da escola reforça que adotou todas as medidas de segurança como distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel, além da desinfecção diária da unidade escolar. 

 

Direção do Colégio Jaime Kratz

 

Mas esse não foi o único caso de contaminação em escolas de Campinas. Por exemplo, o colégio Farroupilha, de educação infantil e fundamental, registrou a contaminação de uma professora e uma aluna, filha da docente, após o retorno ao ensino presencial, em 26 de janeiro.

 

O promotor Rodrigo Augusto de Oliveira, do Ministério Público de São Paulo, pediu esclarecimentos às duas escolas. Dentre as informações solicitadas, que devem ser respondidas em 10 dias, estão os protocolos de segurança sanitária adotados. Ele também solicitou à Vigilância Sanitária que faça vistoria nas duas escolas.

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