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Colcha de retalhos: sobre as eleições municipais em São Luís

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A pré-campanha eleitoral na capital de todos os maranhenses começa a se transformar numa enorme colcha de retalhos. Isso por causa das alianças e parcerias que estão sendo costuradas entre grupos políticos, antes adversários de projetos e, de pré-candidatos com outros pré-candidatos que desistiram ou foram “forçados” a desistir.

 

A mistura heterogênea deste cenário começou com o PSDB do senador Roberto Rocha que tinha Wellington do Curso como pré-candidato a prefeito de São Luís, mas teve seu projeto abortado para que os tucanos pudessem se aliar com o pré-candidato Eduardo Braide (Podemos). Em seguida, foi o MDB de Roseana Sarney, que tem o seu sobrinho Adriano (PV), como pré-candidato a gestor do Executivo da capital, mas preferiu apoiar e caminhar com Neto Evangelista (DEM), um dos pré-candidatos do consórcio do governador Flávio Dino (PCdoB). Neto conta com o suporte do senador Weverton Rocha, chefe do PDT do saudoso Jackson Lago, que foi defenestado do cargo de governador em 2009 para que Roseana pudesse assumir o cargo.

 

Ontem, dia 31, foi a vez do deputado federal Josimar de Maranhãozinho, dono do PL, retirar de cena da “novela pré-campanha 2020” a sua esposa Detinha. Assim, o PL se integrou ao projeto do pré-candidato Duarte Júnior (Republicanos). Por último, está sendo aguardado como certa, para as próximas horas, a oficialização da parceria do PT de Lula com o PCdoB de Márcio Jerry, para alavancar o nome do pré-candidato Rubens Júnior, da legenda comunista. Por enquanto, é só isso…

 

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