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Cienfuegos: 62 anos de sua morte

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Comandante Camilo Cienfuegos foi um dos líderes da importante invasão do Leste ao Ocidente junto com Ernesto “Che” Guevara. Este ano, completa 62 anos de sua morte

 

 

 

Uma postagem de Miguel Díaz-Canel Bermúdez, representante governamental de Cuba, relembra a trajetória de Camilo Cienfuegos, um dos líderes da Revolução Cubna.

 

Camilo Cienfuegos Gorriarán, que morreu em 28 de outubro de 1959, é lembrado em Cuba como um de seus mais ilustres combatentes e revolucionários, que junto com outros jovens levantaram a voz contra a tirania de Fulgencio Batista.

 

Ele esteve presente em várias manifestações posicionando-se contra o regime que prevaleceu na ilha caribenha, por isso foi torturado e mais tarde foi para o exílio em 1955.

 

Em terras mexicanas, conheceu Fidel Castro, Ernesto Guevara e outros revolucionários que se preparavam para retornar a Cuba e libertá-la, uma ação que foi possível em 1º de janeiro de 1959, com Cienfuegos desempenhando um papel fundamental.

 

Cinco facetas de Camilo Cienfuegos

 

– Em março de 1958, ele estava no comando do primeiro grupo que ultrapassou as colinas da Serra Maestra quando liderou o combate nas planícies do rio Cauto, uma ação complicada porque é um terreno muito plano e está quase sempre em desvantagem com as tropas inimigas em número e parque.

 

 

– Em abril de 1958 foi promovido a comandante e promovido a chefe da Coluna 2 Antonio Maceo, com o qual ele estrelaria com Ernesto “Che” Guevara e sua coluna 8 Ciro Redondo a invasão do Leste ao Oeste, o que acabaria sendo fundamental para o triunfo revolucionário de janeiro de 1959.

 

 

– Em meio à luta armada, propôs a criação de Comissões de Trabalhadores em cidades como Alicante e Juan Francisco, localizadas no centro do país, ligadas à liderança do Exército Revolucionário.

 

Alguns dos propósitos desta ação era que os camponeses e trabalhadores pudessem eleger seus representantes em Assembleias Gerais e determinar as necessidades de cada colônia, batey ou central.

 

– O membro do Partido Popular Socialista (PSP), Ursinio Rojas Santiesteban, reuniu-se com Camilo para propor a realização do Congresso Nacional dos Trabalhadores do Açúcar, liderado pela Frente Nacional dos Trabalhadores.

 

Cienfuegos participou do evento onde cerca de 700 camponeses de diferentes áreas do centro de Cuba estavam presentes. Camilo interveio em várias ocasiões, incluindo o fechamento.

 

– Em 2 de janeiro de 1959, a Coluna 2, Antonio Maceo, liderada pelo Comandante Camilo Cienfuegos, toma o quartel de Havana da Columbia sem disparar um tiro.

 

Posteriormente, ordenou a apreensão dos órgãos repressivos da ditadura e dissolveu o Gabinete de Repressão às Atividades Comunistas (BRAC), o Serviço de Inteligência Militar (SIM), o Departamento Repressivo de Atividades Estudantis (BRAE).

 

Camilo Cienfuegos foi nomeado chefe de gabinete do Exército Rebelde e no cumprimento de suas funções, antes da sedição do então chefe do Regimento Militar Ignacio Agramonte (Camagüey), comandante Huber Matos, viajou para este território para prender este último e acabar com a tentativa.

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