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China deve permitir ingresso de 135 mil toneladas de carne bovina do Brasil

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A decisão da China de permitir o desembarque de carne brasileira com certificado sanitário emitido até 3 de setembro vai abranger cerca de 135 mil toneladas. A apuração é do site Poder360 e, segundo o site, Pequim informou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre a medida, na terça-feira (23/11). Não há ainda previsão de quando os embarques serão normalizados.

 

 

Na matéria, o Poder360 informa que, desse volume de carne bovina congelada, parte foi embarcada mesmo depois de o Mapa ter aconselhado aos exportadores manter a carga no Brasil. A maior parcela, entretanto, ficou armazenada no país. Já estava embalada conforme as exigências chinesas e certificadas pelo Mapa para atender às condições contratuais.

 

 

Para o ministério, a iniciativa da China favorecerá especialmente os exportadores de médio porte, que não têm capital de giro suficiente para enfrentar a suspensão dos embarques. Para essas empresas, a entrega da mercadoria contratada é questão de “vida ou morte”.

 

 

Desde a suspensão, motivada pela constatação de 2 casos de “mal da vaca louca” (Encefalopatia Espongiforme Bovina) no Brasil, a China havia autorizado apenas o ingresso da carne embarcada até 3 de setembro. Esse volume garantiu o recorde de venda de carne bovina congelada para o mercado chinês de US$ 687 milhões em setembro. Esse total foi 131% maior do que o registrado no mesmo mês de 2020.

 

 

Em outubro os embarques somaram US$ 541,6 milhões, redução de 31% na comparação com igual mês do ano passado.

 

 

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que as negociações para a liberação da exportação de carne bovina à China se dá ao nível técnico. Ao sair de encontro com o presidente da Câmara, Arthur Lira (DEM-AL), ela indicou que sua tentativa de elevar o debate para a instância política, com uma visita a Pequim, não prosperou.

 

 

“Eu até tinha pedido uma visita [às autoridades de Pequim], mas há problemas para chegar na China e também a exigência de 14 dias de quarentena”, afirmou. “O assunto está sendo tratado sempre ao nível técnico. Acho que neste ano nós vamos resolver, se Deus quiser”, completou Tereza Cristina.

 

 

O site apurou que a notícia de que duas pessoas haviam se contaminado pelo mal da vaca louca no Brasil atrapalhou as negociações havia sido desmentida. As autoridades chinesas pediram mais informações. “Demos a notícia correta, mas aí já havia criado um problema lá [na China].”

 

Foto da capa/Legenda: Ministério da Agricultura estima que médias empresas exportadoras serão as principais beneficiadas da medida adotada por Pequim Diego Baravelli/MInfra

 




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