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China controla a Pandemia e oferece solidariedade internacional

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Depois do surto do coronavírus na super industrializada província de Hubei, na China, o gigante asiático pagou com mais de 3 mil vidas, até o momento, mas foi tomando um conjunto de medidas que devem merecer a atenção de governos sérios para enfrentar, com eficiência, a Pandemia. Hoje a contaminação caiu a níveis bem baixos e a China volta quase ao normal.

 

Primeiramente, tudo foi possível em razão do sistema de saúde chinês ser estatal, assim com os bancos, estando tudo sob o comando do Partido Comunista. Assim, quando se dá uma orientação ela é cumprida disciplinadamente. Estas são conquistas da Revolução Chinesa, de 1949, que permitiram a decretação de Férias Coletivas, respeitadas rigorosamente pela população, com participação integrada do PC, dos Sindicatos, Instituições de Saúde e Universidades. Sem circulação de pessoas, a contaminação caiu decididamente. Além disso, um acordo de cooperação China-Cuba, permitiu a produção do Interferon, remédio usado para infecções pulmonares contagiosas, com uma boa resposta. Com o estado nas mãos, o governo concentrou-se na exemplar construção de mega hospitais em duas semanas.

 

Além exigir dos EUA informações sobre o Laboratório Militar Biológico recém desativado sorrateiramente, a China também quer esclarecer sobre a estranhamente pífia participação estadunidense nos Jogos Militares Mundiais, realizados em Hubei, em outubro. Pode não ter sido uma delegação de atletas, mas de agentes daquele Laboratório. Enquanto este esclarecimento não vem, a China envia médicos e equipamentos para a Itália, Indonésia, Bélgica, Sérvia, cumprindo com uma das missões mais nobres da Revolução Socialista dirigida por Mao Tsé Tung: atuar como bem público da humanidade, tal como o fazem também Cuba e Rússia.

 

Foto: PRCHINA / Funcionários desinfetam os ônibus em Yichang, província de Hubei, na China. Mais de 600 ônibus e 60 estações de transporte rápido de ônibus (BRT).
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