O  registro das últimas 24 horas, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), foi 1.319 óbitos e 28.645 novos casos confirmados. Significa dizer que já são 332.752 mortes e 13.013.601 casos de contaminação.

 

 

O consórcio de veículos de imprensa indica que houve 1.623 mortes pela doença nas últimas 24 horas, totalizando, nesta segunda-feira (5), 333.153 vítimas. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias ficou em 2.698. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +15%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

 

 

O consórcio também indica que, em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.023.189 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 39.629 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 63.691.

 

 

Importante destacar que os números apresentam uma grande defasagem pela subnotificação provocada pelo feriado prolongado com destaque para a cifra de brasileiros que perderam a luta para o vírus tem quatro dígitos nas últimas semanas.

 

 

A tendência é que esse número continue crescendo. Em contrapartida, o Ministério da Saúde segue com dificuldades para vacinar a população. O Poder Executivo federal continua na política de piorar a situação e, agora, entrou na briga para asseguar a reabertura de templos religiosos no Brasil.

 

 

Enquanto o governo federal defende o retorno dos cultos religiosos no pior momento da pandemia de Covid-19 até agora, o Ministério da Saúde segue os números do Conass.

 

 

 

O acumulado de brasileiros mortos é de 332.752, dos quais 19,6 mil pessoas morreram apenas na semana passada. E a tendência é que a cifra continue crescendo. além disso, é de 28.645 o número de novos casos nas últimas 24 horas. Ontem, o país ultrapassou a marca de 13 milhões de casos desde o início da pandemia, em 2020.

 

 

 

Vacinação

 

 

O País tem, contratadas, mais de 500 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Porém, na prática, o produto corre o risco de faltar nos postos de vacinação e há lentidão na aplicação das doses já disponíveis. O Ministério da Saúde já mudou ao menos cinco vezes, somente em março, a previsão de imunização da população.

 

 

 

Isso, claro, sem contar as ocasiões em que o governo recusou a compra de vacinas. Especialistas já alertaram que a baixa taxa de imunização da população e a alta circulação do vírus podem proporcionar o surgimento de cepas mais resistentes, o que torna ainda mais grave a campanha do governo pela retomada de cultos religiosos.

 

Com informações do G1, Metrópoles, 247, Conass e Poder 360