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Brasil registra desaceleração da pandemia, mas especialistas alertam para alto patamar de mortes e risco com variantes

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O Brasil registrou, nesta quinta-feira (15),  1.548 mortes e 52.789 novos casos de Covid-19 confirmados nas últimas 24 horas. Os dados referentes às últimas 24 horas foram apresentados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e mostram que o Brasil ultrapassa 538.942 mortes por Covid-19 e 19.262.518 novos infectados pelo novo coronavírus.

 

 

O consórcio de veículos de imprensa dá conta de que o País registrou 1.552 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando, nesta quinta-feira (15), 539.050 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.244 – o menor registro desde o dia 1º de março (quando estava em 1.223). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -19% e aponta tendência de queda. É o 19º dia seguido de queda nesse comparativo.


O fato é que, nas últimas semanas, o Brasil vem registrando uma leve queda nos indicadores da Covid-19, apontando uma melhora no quadro da pandemia no País. Levantamento do Observatório Covid-19, da Fiocruz, divulgado, na quarta-feira (14), revela que pela terceira semana seguida há redução de novos casos, mortes e ocupação de leitos de Unidades de TerapiaUTI.

 

 

Contudo, apesar da melhora apresentada nas últimas semanas, especialistas veem os números com cautela. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informoa que o número de casos e de óbitos vem caindo há três semanas em cerca de 2% ao dia, mas ainda permanece em alto patamar. A taxa de letalidade foi mantida em torno de 3%, percentual também considerado elevado.

 

 

São mais de 1.000 pessoas por dia que ainda estão morrendo com a Covid-19. Nessa quarta-feira (14), foram registrados 1.574 mortes nas últimas 24h. Já a média móvel de óbitos (últimos sete dias) ficou em 1.270. Esses números ainda fazem do Brasil o epicentro da pandemia em relação ao número de vidas perdidas.

 

 

Em relação à ocupação de leitos de UTI, pela primeira vez desde dezembro de 2020, nenhum estado está com a taxa acima de 90% e o quadro é reflexo dessa fase da pandemia com indicadores em desaceleração.

Com informações da Conass, do G1, da Rede Brasil Atual, do UOL e do site da CSP Conlutas com edição do Jornal Brasil Popular

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