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Brasil registra 2.311 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e total ultrapassa 425 mil

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O Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), divulgou, na noite desta terça-feira (11), que, nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 2.311 mortes causadas pela Covid-19. Com isso, o total de vítimas fatais desde o início da pandemia, em março de 2020, atingiu 425.540.

 

Também nas últimas 24h, ainda segundo o Conass, foram contabilizados 72.715 novos casos da doença, elevando o número de infectados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) e suas variantes para 15.282.705.

 

Os novos dados divulgados pelo Conass, por meio do boletim informativo diário, após as 18h desta terça-feira (11), indicam que, em números absolutos, São Paulo segue sendo o estado mais atingido pela Covid-19, com 3.022.568 infecções e 101.660 mortes causadas pela doença.

 

Em seguida, os Minas Gerais e Rio Grande do Sul ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posição no ranking das unidades federativas com a maior quantidade de infecções – são 1.423.717 casos, em Minas, e, 1.013.386 contágios, no Rio Grande do Sul.

 

 

Os números do levantamento do consórcio de veículos, baseado em dados das secretarias estaduais de saúde, indicam que o Brasil registrou 2.275 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta terça-feira (11), 425.711 óbitos desde o início da pandemia.

 

 

Ainda segundo o consórcio, esses dados indicam que a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.980, ficando abaixo da marca de 2 mil pela primeira vez após 55 dias. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -17%, indicando tendência de queda nos óbitos decorrentes do vírus.

 

Pandemia e índices econômicos

O economista Ricardo Summa, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse ao Sputnik Brasil que a pandemia em alta, inflação e o fim do auxílio pioraram a recuperação do Brasil. Ele diz que o PIB teve uma queda muito forte nos primeiros meses da pandemia do coronavírus, em 2020.

 

 

Combinação de aumento de casos da COVID-19, diminuição do poder de consumo da população e fim do auxílio emergencial explicam piora nos índices econômicos no país, disse especialista à Sputnik Brasil.

 

 

Pelo segundo mês consecutivo, os indicadores da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram um abrandamento do crescimento econômico no Brasil. Por outro lado, há uma expansão constante na maioria das nações que integram a entidade.

 

Com dados da Sputnik Brasil sobre economia.

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