O Brasil registrou 1.275 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa. Com isso, o total de vítimas da pandemia chegou neste sábado, 7, a 563.082.

 

A média móvel de óbitos, que leva em consideração dados dos últimos sete dias, ficou em 949. O número é 14% menor na comparação com a média de duas semanas atrás. Apesar de ter apresentado alta em relação ao dado desta sexta-feira, 6, a média chegou ao oitavo dia abaixo da marca de mil mortes diárias.

 

 

 

 

Os dados acima são do consórcio de veículos de imprensa formado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Já os registros diários do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) dão conta de que a média móvel de mortes diárias provocadas pela Covid-19, no Brasil, subiu para 911,71 neste sábado (7/8).

 

 

Na avaliação do Conass, trata-se do segundo aumento consecutivo em 10 dias de queda. Nessa sexta-feira (6/8), interrompeu-se uma sequência dessas 10 quedas seguidas. Nas últimas 24 horas, foram 990 mortes e 43.033 novos infectados notificados em todo o País.

Os dados Conass  indicam que, no total, o Brasil já perdeu 562.752 vidas para a doença e computou 20.151.779 casos de contaminação. De volta aos dados do consórcio de veículos de imprensa, neste sábado (7), o consórcio apontou 40.698 novos casos da doença confirmados nas últimas 24 horas, o que fez o total chegar a 20.149.146. A média de novos casos ficou em 33.510, uma queda de 25% em relação ao dado de duas semanas atrás. De acordo com o Ministério da Saúde, o País tem 18.894.631 pessoas recuperadas da doença e 694.396 em acompanhamento médico.

 

 

 

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

 

 

Do Estadão/Metrópoles