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Boulos vai presidir federação formada por Psol e Rede, e indica apoio a Lula

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Escolha de Boulos sinaliza apoio à candidatura de Lula. Nas redes sociais, o líder declarou: Vamos fortalecer a unidade para derrotar Bolsonaro em 22

 

 

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) e pré-candidato a deputado federal pelo Psol Guilherme Boulos será o presidente da federação da legenda com a Rede Sustentabilidade, parte da coligação de apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido de registro da federação já foi feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

 

Boulos foi escolhido pela ala majoritária do Psol, a que pertence. A escolha sinaliza o compromisso da federação com a candidatura Lula. Entusiasta da aliança em torno do ex-presidente, ele abriu mão de concorrer ao Palácio dos Bandeirantes para apoiar o PT, o que inclui apoiar a candidatura de Fernando Haddad a governador de São Paulo. “A perspectiva é a de que a federação apoie Lula e integre a coligação do PT”, disse Boulos ao jornal Folha de S.Paulo.

 

 

Em sua conta no Twitter, o líder dos sem-teto destacou a importância da unidade. “Uma honra assumir a presidência da Federação Psol/Rede. Vamos fortalecer a unidade para derrotar Bolsonaro em 22!”

 

 

A federação partidária, diferentemente das coligações, prevê que os partidos fiquem unidos ao longo de quatro anos em âmbito nacional, estadual e municipal, e não apenas durante a eleição. E que tenham estatuto e estrutura de comando próprios, com revezamento entre os partidos na direção.

Diversos

 

 

Na votação do diretório nacional do Psol, a federação recebeu 38 votos favoráveis e 23 contrários. “O Psol é um partido com posições diversas. É uma riqueza do partido a expressão de sua democracia interna e de sua diversidade. Houve uma maioria para a federação com a Rede e acredito que isso fortalece a unidade do campo progressista”, disse.

 

 

Por sua vez, a Rede aprovou a federação por unanimidade em 12 de março. As ex-senadoras Marina Silva e Heloísa Helena, que podem concorrer à Câmara dos Deputados por São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, integram a ala que rejeita o apoio a Lula.

 

 

O lider do MTST e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que integra a equipe da pré-campanha do ex-presidente, trabalham pela reaproximação entre Marina e Lula. A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente do governo petista deixou o partido em 2009 e disputou a Presidência em 2014, pela Rede. Já Helena foi eleita senadora pelo PT em 1998 e, em 2003, foi expulsa por divergir de orientações e votar contra projetos de interesse da legenda.




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