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Boric afirma que futuro governo do Chile vai priorizar Aliança do Pacífico

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A menos de 3 meses de sua posse como presidente do Chile, Gabriel Boric afirmou, na segunda-feira (27) que, em termos de política externa, seu futuro governo vai privilegiar as relações com a Aliança do Pacífico, grupo econômico formado por Chile, Colômbia, Peru e México.

 

“Vamos dar prioridade à Aliança do Pacífico no futuro. Já falei com vários dos presidentes, em particular com (Andrés) Manuel López Obrador do México, com o presidente (Iván) Duque da Colômbia, e também temos estado em contato com o Ministério das Relações Exteriores do Peru”, disse ele.

 

 

 

Esta foi uma questão que se tornou importante durante a campanha do político de esquerda. Em seu primeiro programa como candidato, Boric afirmava pretender pedir a entrada do Chile como país-membro do Mercosul. Hoje o Chile é um país associado da aliança da qual fazem parte Brasil e Argentina, entre outros sul-americanos.

 

A intenção foi mal vista, considerando que enfraqueceria os laços entre o Chile e seus vizinhos do Pacífico, e foi retirada do programa final do candidato.

 

 

 

A afirmação de Boric agora eleito reforça a importância dada por seus partidários a este bloco econômico. A Aliança do Pacífico, formada por iniciativa do ex-presidente peruano Alan García (2006-11), foi formalmente selada em junho de 2012.

Disse não à viagem com Piñera

 

 

Eleito frente ao candidato de extrema direita José Antonio Kast, Boric recusou, no entanto, um convite do presidente Sebastián Piñera para acompanhá-lo em uma viagem à Colômbia para as cúpulas da Aliança do Pacífico e o Fórum para o Progresso da América do Sul (Prosur) no final de janeiro.

 

 

O Prosur, bloco criado em 2019, é formado pela Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.

 

 

“Nossas prioridades hoje são a formação de equipes aqui no Chile”, disse o presidente eleito, que ainda tem que criar seu gabinete e afinar a mudança de comando até 11 de março, quando toma posse.

 

 

Ele acrescentou que havia falado anteriormente com Piñera sobre sua decisão, para que ela não fosse vista como “um desentendimento de Estado”.

 

 

Ainda em relação às relações exteriores, Boric promete manter uma agenda de colaboração para superar os grandes “desafios” da região e do mundo, entre eles lista a pandemia, a crise climática, os fluxos migratórios e o fortalecimento da democracia.

 

 

(Do MSN com informações da AFP)

 




 

 

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