De acordo com o texto, as chances de desistência do presidente são relevantes, especialmente para evitar o “fiasco” de perder a eleição para o ex-presidente, que pode vencer já no primeiro turno, bem como pelo panorama de crise entre os poderes criado por atitudes antidemocráticas malsucedidas. A renúncia poderá ser uma “saída honrosa”

 

 

O presidente Jair Bolsonaro poderá desistir de tentar a reeleição no ano que vem. De acordo com o texto do Blog do Esmael, as chances da renúncia do presidente são relevantes, especialmente diante do panorama de crise entre os poderes por conta das atitudes antidemocráticas não apenas de Bolsonaro, mas também de aliados que cada vez mais se veem encuralados pelos ministros defensores da democracia. A desistência poderá ser uma “saída honrosa” para uma vergonhosa e inevitável derrota nas urnas em 2022. Além disso, Bolsonaro receberia salvo conduto e evitaria que ele e seus filhos fossem presos.

 

 

Bolsonaro teria de reunido com aliados para uma conversa em que foram discutidos vários tópicos, como a queda gradativa da popularidade; a falta de clima para um autogolpe e a indisponibilidade de partidos dispostos a receber o candidato (sem partido) do Planlato.

 

 

O blog também aponta como motivadores da renúncia de Bolsonaro o possível “fiasco” do resultado nas urnas em uma derrota de lavada para Lula, no caso do presidente conseguir concorrer. Assim, o presidente disputaria uma cadeira do Senado da República, ou pelo Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina ou Rio de Janeiro.

 

 

Segundo a legislação eleitoral, para concorrer a outro cargo, o presidente da República precisaria renunciar ao mandato em curso no mês de março.

 

 

No final, Bolsonaro e seus filhos seriam beneficiados pela eventual “renúncia”, todos recebendo salvo-conduto – garantia de que não seriam presos.

 

 

Em último caso, o establishment poderia continuar a entender que Bolsonaro ainda seria “o único capaz de derrotar Lula“, o comunismo e o Foro de São Paulo. Neste caso, estrategistas o manteriam no pleito. Mas não este não é cenário.

 

 

Na conjuntura atual, a renúncia é mais viável, diz o site, e passará a fazer parte do cotidiano do vocabulário de Bolsonaro.

 

 

Reprodução do site Urbs Magna
Leia mais no Blog do Esmael