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Bolsonaro negocia Petrobrás com árabes para “reduzir” preço de combustível e faturar reeleição

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Jogada eleitoral sinistra do presidente Bolsonaro em curso na Arábia Saudita onde se encontra nesse final de semana: privatizar a Petrobrás com o fundo financeiro saudita Mubadala que já adquiriu a refinaria Relam da estatal brasileira, localizada na Bahia, a preço de banana.

 

Uma pré condição é colocada na mesa da terrivel transação, como diria o poeta e compositor Chico Buarque: Mubadala, concluída  a privatização, se comprometeria em reduzir, significativamente, aí na faixa dos 35% a 40%,  os preços do diesel e da gasolina ao consumidor.

 

Tal redução, segundo diretor da Associação  dos Engenheiros da Petrobrás(Aepet), ao Jornal Brasil Popular, já poderia ser executada, no curtissimo prazo, por Mubadala, gerando grande impacto político eleitoral, capaz de elevar popularidade de Bolsonaro, de modo viabilizar sua reeleição.

 

De cara, portanto, o consumidor baiano, seria o primeiro a ser beneficiado, com reflexo em todo Nordeste, destronando, pretensamente, base eleitoral lulista fortissima, destaca diretor da Aepet.

 

O presidente, ao acelerar essa iniciativa, conjuga interesses árabes e norte-americanos, associados, no âmbito do fundo Mubadala, à Aramco, considerado maior grupo explorador de petróleo do mundo.

 

O giro veloz de Bolsonaro ao Oriente Médio visa, portanto, entregar de bandeja a Petrobrás  à Arabia Saudita e aos Estados Unidos, numa manobra entreguista que leva o Brasil, numa tacada só, à  condição de colônia exportadora de produtos primarios e semielaborados, isentos do pagamento de impostos, como determina a imperialista Lei Kandir, aprovada, em 1996, na Era FHC.

 

Dolarização econômica

 

Do ponto de vista de Bolsonaro, como tem repetido, insistentemente, nas últimas  semanas, estaria se livrando de um abacaxi, ou seja, da pecha de culpado pelos repetidos aumentos dos preços  dos combustíveis, submetidos à Paridade de Preços de Importação(PPI), subordinada à  cotação do dólar mais frete e custos de internação do produto no mercado nacional, configurando dolarização   econômica. A população ganha em real, mas paga em dólar  principal preço da economia.

 

Por essa razão, a cotação dos combustíveis sobe, praticamente, toda semana, sangrando o consumidor via inflação incontrolável que obriga o BC a subir os juros, inviabilizando retomada da economia e do emprego.

 

Esse mecanismo automático de elevação de preços se intensifica quanto mais a Petrobrás é esquartejada em sua composição orgânica, desde extração, refino, comercializacao e distrbuicao do petróleo bruto, pois quem dá as cartas na empresa nao é mais governo, mas os acionistas privados.

 

Estes detêm 44% das ações  da petroleira, enquanto o governo possui 36%, aproximadamente.

 

Para Bolsonaro, nao é  ele o culpado pelos seguidos e incontroláveis aumentos dos preços  dos combustiveis, mas os acionistas privados, favorecidos pelas manobras determinadas pela PPI.

 

A Petrobrás, prisioneira da PPI, transforma-se em algoz, inimiga número um da população.

 

Vendê-la seria, dessa forma, a solução, para a cabeça mecanicista de Bolsonaro, livrando-se de um abacaxi.

 

Mas, o preço dos combustiveis seria reduzido, bem como a inflacao, que massacra os salários, destruindo poder de compra dos trabalhadores, se for efetuada privatização fatiada?

 

Fuga pra frente 

 

Não seria mera fuga pra frente do presidente diante de suas responsabilidades, enquanto é sucateada maior empresa nacional, agente economico decisivo do desenvolvimento brasileiro?

 

O fato é  que os aumentos semanais de preços  dos derivados de petróleo, na queda de braço  entre Bolsonaro e acionistas privados, joga a populacao contra a Petrobrás.

 

O presidente quer fazer crer que vender a empresa, que deixou de ser estatal, seria forma de derrubar os preços dos derivados.

 

A polêmica, devidamente, alimentada pelos fakenews bolsonaristas, cosinharia o assunto com a promessa negociada entre presidente e Mubadala de que os preços cairão para ele, claro, ganhar eleição.

 

Passado processo eleitoral, os preços certamente voltariam a subir, na linha semelhante a que se negocia de dar aos pobres o Auxílio  Brasil para ser retirado depois das eleições.

 

 

Aí Inês estara morta.

 

 




 

 

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