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Bolsonaro é cruel com as crianças brasileiras. Ninguém aguenta mais Bolsonaro

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Um estudo apresentado pela Fiocruz apontou mais um recorde que exemplifica a maldade do governo Bolsonaro: nunca se internou tantas crianças no Brasil por desnutrição em 14 anos. O levantamento concluiu que, em 2021, todos os dias, oito crianças de até um ano precisaram ser levadas para hospitais por estarem passando fome.

 

 

Dados apresentados pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (PENSSAN) apontam que a fome dobrou nas casas de famílias com crianças menores de 10 anos: de 9,4% em 2020 para 18,1% em 2022.

 

 

A falta de alimento, de comida de verdade, é extremamente prejudicial para o  desenvolvimento das crianças, podendo acarretar danos cognitivos.

 

 

Bolsonaro é cruel com nossas crianças, é cruel com a saúde do povo, é o governo que fez o Brasil voltar ao mapa da fome com 33 milhões de pessoas sem ter o que comer e 125 milhões sem saber se vão conseguir fazer ao menos uma refeição por dia.

 

 

A crueldade de Bolsonaro com as crianças é completa e esta tragédia é uma exemplificação da sua maldade e de sua estratégia de destruir o presente das nossas crianças, para impedir o futuro delas.

 

 

Tudo isso fica ainda mais evidente quando olhamos o orçamento da União, onde Bolsonaro cortou em 50% os recursos para a Atenção Integral à Primeira Infância e 95% dos recursos dos Centros de Referência de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do país. A Assistência Social é fundamental para garantir segurança social para nossas crianças.

 

 

Quando fui Ministro da Saúde priorizamos a saúde na primeira infância com políticas públicas que asseguravam a garantia de alimentação para as crianças, reduziam a vulnerabilidade social, as protegiam de doenças com as campanhas de vacinação e conseguimos diminuir a taxa de internação.

 

 

Todas essas iniciativas hoje são atacadas e destruídas por Bolsonaro, já que a ausência de investimentos e de priorização para crianças tem resultado em uma agenda de destruição da infância e de aumento da vulnerabilidade.

 

O futuro das crianças brasileiras não será mais roubado, desmoralizado e desmantelado. Ele será reconstruído com políticas públicas que ofereçam melhor qualidade de vida, educação e possibilidades. Ninguém aguenta mais o governo Bolsonaro.

 

 

(*) Alexandre Padilha é médico, professor universitário e deputado federal (PT-SP). Foi Ministro da Coordenação Política no governo Lula, da Saúde no governo Dilma e Secretário da Saúde na gestão Fernando Haddad na cidade de SP.

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