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Biojoias gera emprego e renda e é aposta de agricultores familiares da Bahia

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Não é de hoje que o termo “sustentabilidade” se tornou algo a ser buscado por aqueles que querem “um mundo melhor”. Na Bahia, a alternativa encontrada para a geração de novos empregos foi buscar o segmento da moda para a produção de biojoias.

 

Lá, a Associação Beneficente de Pesca e Agricultura de Ituberá (Abpagi), do baixo sul baiano, situada no município de Ituberá, que recebe apoio do governo Rui Costa (PT) de mais de R$ 1,5 milhão, por meio do projeto Bahia Produtiva, vem atuando para criar empregos.

 

As biojoias são produzidas com matérias-primas naturais, disponíveis na região, a exemplo do coco da piaçava e sementes de seringueira, além de outras sementes extraídas da Mata Atlântica local de forma, ambientalmente, sustentável. Além das biojoias, o artesanato de piaçava também é alternativa de emprego e renda na produção de artesanato. De agosto de 2020 a maio de 2021, a Abpagi faturou mais de R$ 1 milhão com a venda de biojoais.

 

Segundo, o presidente da Abpagi, Domingos Conceição, o Bahia Produtiva possibilitou o acesso da produção da associação ao mercado. “Antes éramos só uma associação que trabalhava para beneficiar algumas famílias carentes. Hoje nós podemos gerar renda para muitas pessoas. Temos 150 sócios, mas beneficiamos mais de 600 famílias”, disse ele.

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