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Biden leva surra de Maduro

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De nada adiantou a guerra imperialista aberta e de bastidores que o presidente Biden moveu para esvaziar o poder de Nicolas Maduro nas eleições parlamentares realizadas nesse domingo na Venezuela.

 

Compareceram 42% do eleitorado, percentual superior ao registrado na eleição presidencial chilena, que vai ao segundo turno entre esquerda e direita radicalizadas.

 

Dos 24 estados da Venezuela, 21 elegeram maioria bolivariana chavista-madurista, dois estados a mais do que os conquistados em 2019.

 

Registrou-se ampla presença de observadores internacionais, que atestaram mais uma vez eficácia das urnas eletrônicas com voto impresso, derrotado no Congresso brasileiro com voto da oposição para espanto geral do mundo democrático.

 

A vitoria de Maduro sinaliza avanço  decisivo no processo constituinte venezuelano, cuja característica são conquistas socialistas democráticas inquestionáveis a modernizarem prática eleitoral latinoamericana.

 

 

Socialismo em marcha

As raízes do socialismo do século 21 na Venezuela lançam raízes profundas que passam conduzir a política econômica distribuidora de renda a partir da estatização mais intensa do petróleo a ser ainda mais alavancada pela construção de refinarias e distribuidoras nacionais.

 

São elas, segundo dizia Hugo Chaves, repetido, agora, por Maduro, que assegurarão bases firmes para industrialização nacional, agregando valor quantitativo e qualitativo  ao produto primário com avanço da ciência e tecnologia capazes de gerar empregos especializados, valorização dos salários, aumento da produtividade nacional, melhor distribuição de renda,  fortalecimento do mercado interno e estabilização inflacionária.

 

O socialismo bolivariano, assim como socialismo chinês, do qual o governo Maduro se aproxima mais decididamente, avança por meio da disseminação do planejamento governamental, orientado pelo processo de estatização do petróleo, na linha da Petrobrás concebida como oligopólio pelo nacionalista Getulio Vargas.

 

Gracas ao planejamento de viés socialista que segue a Venezuela será possivel, segundo Maduro, avançar, com a constituinte em marcha, no sentido de ampliar distribuição da renda nacional, reduzir desigualdade social, estabilizar política cambial, acelerar industrialização até 2026, acelerando conquistas sociais democráticas

Apoio Militar

 

 

Ou seja, Maduro, amparado nos militares nacionalistas, que comandam política de exploração do petróleo venezuelano por meio da estatal PDVSA, vai na linha oposta, entreguista, à de Bolsonaro, de fatiar a Petrobrás, derrubando o oligopólio petrolífero nacional, cujas consequências têm sido dolarização dos derivados de petróleo, aumento da inflação, desorganização econômica, desindustrialização acelerada, desemprego estrutural etc.

 

 

Enquanto Maduro anunciou, na madrugada dessa segunda-feira, no calor da espetacular vitória eleitoral, recuperação da economia a partir de 2022, graças ao avanço político popular da economia que permitirá aos mais pobres acesso mais amplo ao orçamento público, Bolsonaro, no Brasil, está, completamente, vulnerável diante da política econômica entreguista de Paulo Guedes, submetida à  orientacao de Washignton, no cabresto de Joe Biden.

 

 

O processo eleitoral orientado pela pregação socialista chavista-madurista-bolivariana vai cicatrizando, dessa forma, via proposta socialista, as veias abertas da América Latina, enquanto o bolsonarismo vendilhão da pátria segue acelerando a sangria latinoamerica impulsinada pelo império de Tio Sam, mediante colaboração de uma elite política-militar-empresarial tupiniquim engajada no esforço de tentar impedir a volta democrática de Lula ao poder.

 

 

(*) Artigo de César Fonseca, jornalista e editor do site Independência Sul Americana.

 

 

 




 

 

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