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Biden inicia nova guerra fria contra Putin

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Análise do site Independência Sul Americana diz que Hillary entra em cena

 

As primeiras análises das medidas do presidente Joe Biden já delineiam em que medida serão construídas as relações internacionais dos EUA com outros países, sobretudo, com os considerados “desafetos” da política estadunidense. A primeira jogada política internacional de Biden, segundo análise do site Independência Sul Americana, é a estocada em Vladimir Putin, presidente da Rússia.

 

O site informa que “quem anunciou a nova agressividade política do império estadunidense é nada mais nada menos do que Hillary Clinton, terrorista internacional, que mandou executar Kadafhi e se deliciou com o martírio dele em praça pública”.

 

“Que disse Hillary na véspera da posse? Soltou o mais novo fake norte-americano e afirmou que Putin estaria por trás da invasão do Capitólio, associado a Donald Trump. Assim, inicia-se um novo capítulo da nova guerra fria de Biden contra Putin. Essa tensão se esticará nos próximos meses, na geopolítica internacional. A Casa Branca, como afirma Hillary, de dentro do poder Biden, dada sua influência no Partido Democrata, inaugura novo estilo e considera, decididamente, Putin como espião dentro do império norte-americano”, alerta o ISA. No entendimento do site, essa avaliação dos democratas deixa no ar que a resposta é ampliar guerra entre as duas partes.

 

“Entra em cena, em plena pandemia, nova guerra fria. O calor da discussão faria esfriar a fogueira maior, mais ardente, da guerra contra o vírus, que mobiliza população mundial? A propensão à guerra é pura pulsão de morte que Tio Sam trás em si, intrinsecamente. Depois de falar o blá, blá, blá da panaceia norte-americana da democracia, que saiu dos trilhos durante a eleição que rachou o país, Biden encerra seu discurso pedindo a Deus que proteja as tropas estadunidenses espalhadas pelo mundo em mais de 180 bases militares; a essência de Tio Sam continua sendo a guerra. Tudo o mais expresso no cenário suntuoso da posse sem presença do povo é marginal”.

 

Com informações do site Independência Sul-Americana

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