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App E-Título notifica usuários de que impedir votação é crime eleitoral

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Polícia Rodoviária Federal realizou pelo menos 514 operações de fiscalização contra veículos fazendo transporte público de eleitores, em especial no Nordeste. Orientação é que eleitor faça as denúncias pelo aplicativo Pardal

 

 

O aplicativo E-Título enviou notificação para os celulares dos eleitores informando que impedir a população de votar é crime eleitoral.

 

 

A mensagem foi enviada às 14h40, depois de denúncia de que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) descumpriu ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e realizou neste domingo (30), dia da votação do segundo turno, pelo menos 514 operações de fiscalização contra veículos fazendo transporte público de eleitores.

 

 

“Quem impede a população de votar comete crime eleitoral. Denuncie qualquer irregularidade pelo aplicativo Pardal. #SeuVotoFazoPaís”, diz a mensagem enviada pelo TSE no E-Título.

 

 

O aplicativo “Pardal”, disponível para Android e iOS, possibilita que eleitores e candidatos informem à justiça e ao Ministério Público flagrantes de práticas indevidas. Veja como fazer o relato.

 

 

É possível denunciar irregularidades em propagandas e outras práticas proibidas pela legislação eleitoral, como abuso de poder econômico, abuso de poder político, uso da máquina pública para fins eleitorais e uso indevido dos meios de comunicação social.

 

 

Votação ameaçada

 

No sábado (29), o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, proibiu que a PRF realizasse qualquer operação relacionada ao transporte público de eleitores no domingo, para não atrapalhar a votação. A PRF descumpriu a ordem.

 

 

Pelas informações no sistema interno da PRF não é possível saber se os veículos foram parados antes ou depois de os eleitores votarem.

 

 

Diante de relatos de que as operações estavam ocorrendo, em especial no Nordeste, Moraes intimou o diretor da PRF, Silvinei Vasques, a interromper imediatamente as ações de fiscalização. Se Silivinei não cumprir, pode ser multado em R$ 100 mil a hora, ser afastado das funções e ser preso.

 

 

Silvinei foi ao TSE prestar depoimento no início da tarde deste domingo. Na noite do sábado, Silvinei Vasques postou no Instagram um pedido de voto no presidente Jair Bolsonaro. Depois, apagou o post.

 

 

PRF descumpre ordem do TSE e faz pelo menos 514 operações de fiscalização contra ônibus de eleitores




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