A Comissão do Voto Impresso na Câmara votou e derrubou, na noite desta quinta-feira (5), por 23 votos a 11, a proposta bolsonarista de instauração do voto impresso nas eleições. O trâmite normal seria ela ser finalizada por ali mesmo. Mas o presidente da Casa Legislativa, deputado federal Arthur Lira (PP-AL), pretende dar continuidade ao tema no Plenário.

 

 

“Regimentalmente tem (como ir ao Plenário). As comissões especiais não são terminativas, são opinativas, então sugerem o texto, mas qualquer recurso ao plenário pode ser feito. O importante é que a gente tenha calma”, afirmou Lira.

 

 

A PEC é de autoria da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e tinha amplo apoio de Jair Bolsonaro, que coloca o tema como principal bandeira de sue governo atualmente.

 

 

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou mais cedo que a PEC do voto impresso poderá ainda ser avocada pelo plenário, mesmo depois da derrota no colegiado. “Comissões especiais não são terminativas, são opinativas, então sugerem o texto, mas qualquer recurso ao Plenário pode ser feito”, explicou.

 

 

Nas redes sociais, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) escreveu: “Vitoria contra as fakenews e contra o retrocesso! Por 23 votos a 11 foi rejeitdada a PEC do voto impresso na comissão especial”