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Advogado que pediu a prisão de Moro é executado covardemente e a Lava Jato segue impune

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Advogado Igor Kalluf, morto em posto de Curitiba, abriu ação contra Moro, mas polícia nega relação (5)

 

Moro, o juiz ladrão, capanga de Bolsonaro desafia a OAB, Intercept e advogados pela democracia. O deputado Glauber Braga, do Psol/RJ, qualificou o então juiz Sergio Moro, dentro do Congresso Nacional, como o juiz ladrão e capanga do Bolsonaro.

 

No caso do “Juiz Ladrão”, a Comissão de Ética da Câmara, acionada, arquivou a queixa (1).

 

Disse também Glauber Braga, dentro do Congresso Nacional: “Eu não tenho outra coisa a dizer a não ser chamar o ministro da Justiça, que blinda a família Bolsonaro em relação a esses temas, de capanga da milícia, é isso que ele é” (2).

 

Também o Conselho Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, por unanimidade, diante das inúmeras denúncias do The Intercepet Brasil, inclusive provando com áudios, sugeriu a Moro e Dallagnol se afastarem de cargo público para terem um julgamento justo e não usarem a máquina pública em proveito próprio. E esses canalhas, com apoio da mídia e principalmente da Globo, continuaram a conspirar contra a Petrobrás e o Brasil.

 

Tanto que a Globo nunca divulgou as denúncias do Intercept, num claro intuito de blindar Sergio Moro, seu juiz premiado (3).

 

Como também o Coletivo de Advogados, em 15/06/19, pede ao STJ a prisão preventiva dos membros da Lava Jato, Moro, Deltan, Lima, Tessler e Gerum. Veja a notícia-crime:

 

Segundo a notícia-crime, até o presente momento é possível imputar, em tese, a prática dos seguintes crimes:

 

Organização criminosa, art. 2º, Lei 12.850/13;

 

Corrupção passiva, art. 317, CP;

 

Prevaricação, art. 319, CP;

 

Violação de sigilo funcional, art. 325, CP;

 

Crimes contra o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito, arts. 13, 14 e 26, Lei 7170/83.

 

Um dos advogados que assinou a denúncia em nome do Coletivo de Advogados, IGOR MARTINHO KALLUF, de 40 anos, e seu amigo Henrique Mendes Neto, de 38 anos, foram assassinados covardemente no centro de Curitiba, nessa quinta-feira (11) (4).

 

Segundo a polícia, o mandante estava com uma dívida de cerca R$ 480 mil envolvendo pedras preciosas e Igor Kalluf foi o advogado contratado para a cobrança desse valor. Mas por que restringir o crime ao comerciante de pedras preciosas? E por que o crime não estaria ligado à Lava Jato, denunciada por Igor Kalluf?

 

Fonte: 1 – https://noticias.uol.com.br/colunas/chico-alves/2019/10/22/deputado-que-chamou-moro-de-juiz-ladrao-e-absolvido-no-conselho-de-etica.htm

2 – https://veja.abril.com.br/politica/sergio-moro-e-chamado-de-capanga-da-milicia-por-deputado-do-psol/

3 – http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/03/juiz-da-lava-jato-ganha-premio-de-personalidade-do-ano-do-globo.html

4 – https://paranaportal.uol.com.br/cidades/advogado-morto-curitiba-contra-moro-policia-nega-relacao/

5 – https://paranaportal.uol.com.br/cidades/advogado-morto-curitiba-contra-moro-policia-nega-relacao/

 

Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex-diretor do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP, ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese.

 

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