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ABI de luto! Descanse em paz, companheiro Arnaldo César

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Em nota, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) comunica o falecimento do conselheiro Arnaldo César Ricci Jacob. O Conselho Editorial e a diretoria do Jornal Brasil Popular também lamenta com tristeza a morte do jornalista, um dos maiores combatentes contra fake news.

 

 

Arnaldo César internou-se no Gloria Dor, em 27 de junho, com a suspeita de um AVC. Constatou-se a existência de um tumor no cérebro, que a biópsia apontou ser maligno. Dias depois sofreu uma parada cardíaca, revertida pelos médicos, mas foi necessário entubá-lo. Muito debilitado, morreu na madrugada desta sexta-feira (15). No meio disso foi operado com sucesso pela equipe do Paulinho Niemeyer e outros. Chegou a andar, falar e até a trocar mensagens pelo WhatsApp. Contudo, de repente, teve sangramentos e a parada cardíaca fatal. Confira a seguir a nota da ABI.

 

 


ABI de luto! Descanse em paz, companheiro Arnaldo César

 

Membro do Conselho Deliberativo da ABI, Arnaldo César representava a entidade no Observatório da Sociedade Civil no Processo Eleitoral do TSE

 

 

É com profunda tristeza que a Associação Brasileira de Imprensa comunica o falecimento, ocorrido na manhã desta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, do nosso conselheiro e  diretor, coordenador da Comissão de Tecnologia e Inovação, Arnaldo César Ricci Jacob, aos 71 anos, vítima de um câncer no cérebro. Ele estava internado desde o dia 27 de junho.

 

 

Associado da ABI desde 1976, Arnaldo César teve participação destacada na nossa entidade, especialmente na construção do Movimento ABI Luta Pela Democracia, que retomou a direção da ABI, em 2019.

 

“Muita tristeza!!! Perdemos um amigo e companheiro de muitas lutas. Sem Arnaldo, não haveria o movimento ABI Luta pela Democracia. A ABI perde um diretor dedicado e incansável. Nossa entidade, tão amada por Arnaldo, está de luto”, disse o presidente da ABI, Octávio Costa.

 

 

O velório será amanhã,  sábado (16), a partir das 10h00, no saguão do 9.o andar da ABI.

 

O ex-presidente da ABI,  Paulo Jerônimo (Pagê), enviou a seguinte mensagem:

 

“Estou extremamente abalado con a notícia do falecimento do Arnaldo César. Fomos amigos e parceiros por mais de 50 anos, como nas lutas pela reconquista do Sindicato dos Jornalistas na década de 70 e em várias batalhas na defesa pela liberdade de imprensa. Na ABI estivemos sempre juntos, como na campanha para a sucessão de Maurício Azedo. Fomos parceiros na Comissão de Liberdade de Imprensa na gestão Domingos Meirelles. Ele foi um dos artífices da vitoriosa chapa ABI LUTA PELA DEMOCRACIA, em 2019. Como Diretor de Inovação Tecnológica estivemos novamente juntos na árdua luta para a recuperação da imagem da ABI, finalmente conquistada. Deixa um legado como um dos baluartes nas lutas pela liberdade de expressão. É uma perda inestimável. Estou muito comovido com o seu falecimento. Envio meus sentimentos à Ivete e sua filha. Descanse em paz,  Arnaldo”.

 

 

Arnaldo César Ricci Jacob nasceu em Ponta Grossa (PR), em 2 de dezembro de 1950. Em 1972 formou-se pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj/RJ) e em 2011 concluiu MBA pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Começou a trabalhar em 1966, como ajudante de impressor no Diário dos Campos, em Ponta Grossa (PR), onde permaneceu até 1969. Com 18 anos, transferiu-se então para o Rio de Janeiro (RJ), onde solidificou a carreira jornalística. Passou pelas redações e sucursais de importantes veículos cariocas, a começar pelo Correio da Manhã, onde ficou de 1969 a 1970. No Diário de Notícias, foi repórter em 1971. Depois, ingressou em O Globo, também como repórter, onde ficou de 1971 a 1972, ano em foi para O Jornal.
Foi repórter especial da TV Globo entre 1973 e 1979. Exerceu a mesma função na revista Manchete em 1979. Entre esse ano e até 1986, chefiou o escritório de Exame na cidade. Já em 1987 e até 1990, trabalhou como editor de Economia e Negócios no Jornal do Brasil. Também foi chefe de Redação de Veja entre 1991 e 1996. Em 1997 tornou-se diretor executivo de O Dia, no qual permaneceu até 2004. De volta à televisão, chefiou a Redação da TV Bandeirantes entre 2005 e 2007.
Foi presidente da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), empresa subsidiária da TV Brasil, em 2007.
Em 1992 recebeu o Prêmio Febraban na categoria Economia e Negócios. Em 1993, conquistou o principal Prêmio Abril de Jornalismo.
Em 2022 foi reeleito como membro efetivo do Conselho Deliberativo da ABI e coordenador da Comissão de  Tecnologia e Inovação.

 

Membro do Conselho Deliberativo da ABI representava a entidade no Observatório da Sociedade Civil no Processo Eleitoral do TSE. Lembramos aqui, a entrevista dada a Irene Cristina, presidenta do Conselho Deliberativo da ABI, em abril de 2022, sobre seu trabalho no Observatório:

 

 

 

Clique aqui para ler matéria completa no site da ABI.




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