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A pedagogia social da solidariedade russa, chinesa e iraniana aos EUA

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As várias toneladas de solidariedade que Rússia, China e Irã enviaram aos EUA e a muitos outros países do eixo mortal do capitalismo, como Inglaterra, França, Itália, Bélgica, Espanha etc, são, em primeiro lugar, indicadores de uma Superioridade Social destes doadores. Tanto Rússia como a China possuem consciência social das experiências revolucionárias socialistas que viveram experiência, e o Irã também foi palco de uma potente revolução popular, que, há 41 anos, mudou a face daquele país asiático.

 

Estas ações solidárias desnudam por completo a baixa estatura moral dos dirigentes dos países centrais do capitalismo, que, nunca relutaram em impor sanções contra a Rússia, China e Irã.  E, apesar disto, esses dirigentes continuam com toda sua sórdida postura política imperialista, com agressões militares e econômicas contra aqueles 3 países. É uma tremenda derrota moral e política para a pátria central do capitalismo, EUA, ver chegar no aeroporto de Nova York, aviões militares russos, que são alvo de perseguições, de sabotagens.

 

De outro lado, revela-se a inteligência política de dirigentes como Putin e Xi Jinping, pois com sua ação humanista dirigida ao povo dos EUA, que numa situação de guerra pode rebelar-se contra os sinistros planos guerreiros do Pentágono. Como ações solidárias produzem, inevitavelmente, pedagogia política, resulta que os Comandos Guerreiros ficam cada vez mais isolado socialmente, conflitando-se com alas relevantes mesmo no interior de governos conservadores como Trump.

 

O povo norte-americano, manipulado pela mais sofisticada tirania midiática existente, vai aprendendo, a duras penas, com a perda de incontáveis vidas, que, se tivesse compreensão objetiva sobre países como China, Rússia e Irã teriam se oposto politicamente para não permitir que a Casa Branca fosse tão longe na agressão sistemática aos povos e países que hoje lhe oferecem nobre ajuda solidária. Os povos dos países capitalistas devem exigir o fim todas as sanções com Rússia, China e Irã, bem como a Cuba, Venezuela e Síria.

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