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A esquerda gaúcha não entendeu o recado do ex-presidente Lula

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Lula está se tornando cada vez mais um gênio das composições eleitorais e tudo indica que fará o mesmo no governo, pois tudo se encaminha para sua vitória em outubro.

 

Lula esteve há um mês em Porto Alegre e dedicou tempo e energias para conversar com possíveis parceiros, começando pelo seu partido, o PT, para que se buscasse uma ampla aliança estadual para o governo do Estado.

 

Em todo o leque de esquerda, a começar pelos petistas há reservas de aliança estadual com o candidato do PSB, Beto Albuquerque. O PSOL deixou clara esta rejeição.

 

Mesmo com um grupo do PSOL que defendia aliança com o PT, com o seu pré-candidato ao governo passando a ser o candidato a senador. Porém, ontem, a direção do partido resolveu manter a candidatura do vereador Pedro Ruas.

 

O PDT, que já vinha aqui no Estado se afastando do campo mais progressista, mantém como pré-candidato a governador, Vieira da Cunha.

 

Há em andamento um abaixo-assinado pela Aliança das Esquerdas, com mais de mil assinaturas de intelectuais, dirigentes sindicais e populares.

 

As pessoas postam nas redes, falam com pessoas de outras siglas, repetindo o que nos disse Paulo Wagner, militante da cultura de Taquara:“Separadas as esquerdas no RS não terão chance, correndo sério risco de nãoeleger senador e não ir para o segundo turno de governador. O momento histórico exige uma grande frente contra o fascismo. Temos que ter um palanque a altura da pré-candidatura presidencial de Lula, que unifique os sete partidos que hoje estão na aliança”.

 

Assim como o advogado Júlio Garcia, de Santiago, que lá da outra ponta de nosso estado também anota a gravidade da situação: “O crucial momento vivenciado no RS e no país exige, em defesa da maioria do povo, da soberania e da democracia, que a unidade efetiva dos partidos e demais setores populares, de esquerda, democráticos e progressistas se faça valer já no primeiro turno das próximas eleições.”

 

Do outro lado, no campo conservador e correndo por fora temos o ex-governador, que voltou atrás e agora disputa novamente o posto. Leite e o seu PSDB voltam a pressionar o MDB para que retire a candidatura de Gabriel Souza. Esta tendência se efetivará somente se houver mais pressão da sigla em nível nacional.

 

A extrema direita não se acerta e mantém as candidaturas de Heinze, pelo PP, e Ônix, pelo União Brasil. A seu favor, os discípulos do bolsonarismo que ainda hoje causam muito barulho.

 

Acredita-se que no Rio Grande do Sul houve o maior número de troca-troca de partidos por políticos das mais variadas siglas.

 

Pode se reverter contra os já chamados de vira-casacas, pois estas mudanças nunca foram muito bem aceitas. Mas como as coisas andam líquidas demais, talvez esta posição possa mudar também.

 

O que não vai se desmanchar no ar são os estilhaços da esquerda, ou pior, que podem virar meteoritos e cair na cabeça do povo, como disse um militante a dias atrás em evento pela união das esquerdas.




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Um comentário

  1. Discordo!! Entendemos o momento do fascismo, o que o PT está fazendo está correto! Sem meias palavras ou chavões, o PT tem a maior bancada na Assembleia Legislativa gaúcha, tem militância, tem força política, não precisa ficar fazendo jogo de meias palavras. O psb desembarcou da aliança com PSDB, que contribuiu em muito para ferrar servidores públicos, nenhum projeto para agricultura familiar, para a educação, saúde e segurança. Então, sem rodeios, é preciso ter envergadura política e não esse faz de conta. A sigla psb se tornou tão psdb quanto agiu com o psdb na assembleia e seus cargos no governo. PT está corretíssimo.

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